As Lojas maçónicas, através dos seus membros, dominam e minam completamente a sociedade a todos os níveis, com as suas influências na política nacional e local, desde a banca ao futebol e sobretudo a comunicação social. As pessoas não se apercebem, por desconhecerem que todos os jogos de política e economia passam pelas decisões dos espúrios maçónicos que, ao invés de praticarem a fraternidade e a filantropia, qualidades que não têm, sentem-se bem a conspurcar, a promover amigos, a criar “boys”, a usar a sua influência política e económica.
Hoje nada se faz sem que os “aventaleiros” aprovem e, por conseguinte, tudo o que parece, é.
Amedrontam os que lhes fazem frente, ameaçam através dos seus caciques aqueles que estiverem dispostos a revelar a traição de princípios, usufruem da impunidade porque fazem as leis em seu proveito, dominam os tribunais. Não gostam de ser confrontados com a verdade. Aparecem a todos os níveis na vida do país, desde os mais altos aos intermédios.
Amedrontam os que lhes fazem frente, ameaçam através dos seus caciques aqueles que estiverem dispostos a revelar a traição de princípios, usufruem da impunidade porque fazem as leis em seu proveito, dominam os tribunais. Não gostam de ser confrontados com a verdade. Aparecem a todos os níveis na vida do país, desde os mais altos aos intermédios.
É fundamental uma grande unidade de acção entre todos os bem intencionados, os interessados em defender a Pátria, no combate contra os seus inimigos, a maçonaria e a República, seja ela coroada ou não.
Guilherme Koehler in “A BANDEIRA BRANCA”.











