quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Os "malhados" mandam na Causa Real.


A Instituição Monárquica devia seguir a Tradição, aliás defender a Pátria, a nossa Identidade Nacional é um dever do Rei.
Já sabemos que no séc. XIX, as ideias da Revolução Francesa chegaram a Portugal com a Constituição de 1820.

Os Patriotas que se uniram a Dom Miguel I, foram derrotados em 1834, mais pela força das potências estrangeiras*, do que pelo apoio popular, mas ficou sempre no povo uma resistência às ideias liberais, que se manifestou na Revolta da Maria da Fonte, na Emboscada, na Patuleia, no Sidonismo e em parte no Salazarismo.
Também a seguir ao 25 de Abril, a derrota dos comunistas é em parte devido à resistência do povo que ama a Tradição.

Do outro lado da barricada estavam os "malhados", os liberais amantes da Revolução Francesa, logo a seguir, parte destes viraram republicanos, estiveram com os "Afonsos Costas" e "Antónios Josés Almeidas", a seguir estiveram na oposição ao Salazarismo, viraram democratas e presentemente dominam os Partidos Políticos. Era altura para dizer que bastava, mas os "malhados" também querem mandar nos monárquicos, por isso, são eles que aconselham e dominam a Causa Real.

Estes malhados, um bando de traidores à Pátria e ao Rei, em 1910, não deram um tiro para defender a Monarquia e foram esses "Ficalhos badalhocos" e "Lavradios cobardes" que convenceram o Rei Dom Manuel II, a fugir para Inglaterra, enquanto alguns republicanos se suicidavam, pensando que a revolta Republicana estaria a ser esmagada. Nessa altura, bastava a Dom Manuel ter aguentado mais uns dias em Portugal e as forças monárquicas, os miguelistas do interior teriam organizado a contra-revolução, pois o povo era anti-republicano.

Hoje a Monarquia está estagnada (pudera com os "malhados" a mandar em D. Duarte), bem podemos ficar mais 100 anos em águas-paradas, talvez daqui a pouco tempo, como os "malhados" monárquicos estão todos falidos, nem dinheiro haja para os jantares e as reuniões monárquicas passarão a ser tertúlias, para tomar a bica.

Como uma grande maioria do povo está contra este regime, a Monarquia tem de encontrar os seus adeptos, nos desiludidos do regime partidário e expulsar os malhados traidores da Causa Real.


Carlos Albuquerque in "A Bandeira Branca" em 11 de Outubro de 2015.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Retrógrados e conservadores!?

Não somos retrógrados, nem somos conservadores, não queremos voltar atrás, nem conservar o que está; somos, sim, reaccionários e renovadores. Reagimos contra o presente tal qual é e desejamos restabelecer, não o passado que tivemos, mas o presente que hoje teríamos, se influências não portuguesas nos não tivessem desviado do rumo natural da nossa evolução. 
Todos os elementos desnacionalizantes são postos de parte como nocivos.

Fig. 1 Estandarte Pessoal de Dom Sebastião.
Um dos nossos pontos fundamentais, tão fundamental como o do poder pessoal do Rei, é o revigoramento da Fé Católica esmorecida; o prestígio moral da Igreja a restabelecer para que a Pátria, criada moralmente por ela, como politicamente o foi pela Monarquia, possa encontrar nessas duas grandes instituições revigoradas e adaptadas à nossa época energias novas para ressuscitar, viver e progredir. À Igreja devemos-lhe as missões ultramarinas, essa portuguesíssima Companhia de Jesus que, durante a ocupação castelhana, soube manter o culto da língua e da Pátria sempre vivo, lá longe, no Império Ultramarino em decomposição; devemos-lhe, finalmente, à Igreja Católica, o espírito de resistência anti-maçónico que até à última defendeu a Pátria dos assaltos repetidos de maus portugueses.
Fig. 2 Monumento dos Descobrimentos.
Alberto Monsaraz em resposta a Raúl Proença, retirado e adaptado de "Polémica sobre o Integralismo Lusitano".
Publicado por Guilherme Koehler in "A Bandeira Branca" a 07 de Agosto de 2015.

O Rei - Representação nacional autêntica.


Uma representação nacional autêntica terá de abranger, para aquém e além do efémero presente, a herança do passado e a projecção futura, isto é, ajustar-se à personalidade histórica da nação.

E onde está o órgão ou a instituição, pergunta-se, que no Estado Republicano supra neste aspecto a falta da Dinastia?

O Rei, se pela sua função vitalícia já preenche uma geração, anda intrinsecamente ligado, pela ascendência e pela descendência, na extensão do tempo, ao longo evoluir nacional.
A sua história genealógica confunde-se com a história pátria. Que outra representação da nação se poderá pôr em confronto com esta, verdadeiramente nacional, que nos oferece a Realeza?

Quem não vê que o mecanismo da chefia republicana é um factor periódico e persistente de desunião e de luta interna? (…)

E como há-de um Presidente, eleito por um sector da população, em guerra contra outros sectores da população, simbolizar e exprimir uma unidade nacional?

Em contraposição, o Rei é o chefe de Estado que não se apresenta como candidato entre demais, nem se vota, nem se discute, não suscita desuniões. Situado num plano superior ao debate político, a sua chefatura tem um carácter nacional e pacífica, coordena, congrega, unifica.

Mário Saraiva in “Razões Reais”.


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A Igualdade, é ficção.

Este sistema conseguiu fazer crer aos povos que durante séculos e séculos tinham vivido em escravidão. A confusão propositada entre esta palavra e "hierarquia", serviu para lhes trazer a esperança num mundo de felicidade e igualdade, uma aspiração natural do homem para uma sociedade legítima.

Hoje podemos verificar que nenhum povo que se deixou levar pelos ideais revolucionários, ficou favorecido e todos continuam a ser vítimas dos políticos que, com as suas astúcias, os impelem para a luta em favor das suas ambições e fazem deles o alimento das mais diversas tiranias.





Os povos desde sempre gostaram dos homens com palavras bonitas, mas nunca e em qualquer lugar conseguiram o que lhes foi prometido. Desde os tempos mais recuados que falsamente se repete que os homens são todos iguais, mas, cada vez mais, a desigualdade mais vil e repugnante cai de forma agressiva sobre a espécie humana.

A igualdade será talvez o mais belo atributo da própria existência da sociedade, mas nunca, nem por uma só vez se traduziu em realidade, pois não passa de uma bonita e inútil visão ficcionária da lei.





Guilherme Koehler in "A Bandeira Branca" em 06/09/2015.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Dom Duarte seria o nosso Rei, se mudasse o seu discurso.


Dom Duarte seria o nosso Rei se mudasse o seu discurso.

Em primeiro lugar diria que descende do último Rei de Portugal, que por Patriotismo preferiu a pobreza do exílio em nome de um ideal e de Patriotismo, a ter as benesses prometidas pelos liberais se fosse um renegado.

Desde aquela data os Reis Usurpadores, que só o foram com o apoio do Estrangeiro, trouxeram os partidos, a corrupção e a bancarrota.
A sua família passou dificuldades por uma Lei do Banimento anti-patriótica.

A morte de D. Carlos I foi o castigo vindo do túmulo de D. Miguel I e não uma acção da Carbonária.
O Salazar humilhou esta família e o Ideal Monárquico, roubando a Casa De Bragança, e permitindo a pobreza da sua família.

O ódio aos liberais era tanto e aos seus Reis que se apaixonou por uma descendente do mandante do Regicídio de um Rei Usurpador, não foi por amor foi por gratidão.

Hoje está próximo do povo, também tem uma casa hipotecada ao banco e viaja em turística porque não pertence ao "Jet Set".

A seguir teria de se afastar dos partidos e expulsar das suas relações quem os defenda.Teria também que rasgar o parecer do M. N. E. (Ministério dos Negócios Estrangeiros) que o defende porque o que é bom para a Republica é mau para a Monarquia.
Teria de lutar pela saída de Portugal da C. E. E., afim de Restaurar a Soberania.

Teria que extinguir os partidos e descentralizar o poder nos Municípios e em vez de reunir Parlamentos, reunir Côrtes, alterando o sistema representativo, onde 500000 votos do interior não elegem nenhum deputado.


Mas, antes de tudo isto, teria que ser Aclamado numas Côrtes Gerais legítimas, para poder depois Governar, mesmo que apoiado em bons estadistas e não em governantes que só pensam em ganhar eleições e são uns compulsivos mentirosos.

Se nada disto fizer vai continuar a ser o "Bobo da Republica" e qualquer dia vai ser obrigado a ir trabalhar para ganhar o seu sustento.

Carlos Albuquerque in "A Bandeira Branca", em 07/08/2015.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Somos Monárquicos Tradicionalistas.

A alma nacional não aceita desvios do que consideramos o nosso destino, nem rompimentos abruptos com o nosso passado.
Os laços do dever não unem apenas os vivos entre si, mas ligam-nos fortemente aos que já se foram, ancestrais cujas vozes ainda soam nas profundezas nossas almas e cujos usos e costumes continuam vivos e existem porque eles nos transmitiram.

Ser tradicionalista representa uma consciência dinâmica das glórias passadas e uma vocação universal perene dos nossos símbolos sempre actuais. 


Temos a certeza do poder da Fé e não abdicamos de exaltar as virtudes nacionais contra aqueles que todos os dias, através dos media, procuram envergonhar-nos das nossas tradições, do nosso temperamento, do nosso carácter, do nosso próprio critério, lançando-nos numa guerra contra Deus.
Defendemos as instituições civis e religiosas que fazem parte da unidade e da particularidade da Nação Portuguesa porque ao não aceitarmos os ditos paraísos modernos e os seus moralistas, preservamos as Famílias dos danos causados pela uniformidade imposta pelos nefastos modelos revolucionários.

Não colaboramos com aqueles que pretendem acabar com as diferenças entre os homens e os povos em nome de uma abstracta e satânica religião global.


Não reconhecemos as condições e os dogmas impostos por certas organizações e grupos de pressão internacionais, não queremos perder a nossa própria identidade e uma vida autenticamente soberana e independente.

Guilherme Koehler in "A Bandeira Branca" em 02/08/2015.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Por Deus – Pela Pátria – Pelo Rei


Não podemos esquecer um facto incontornável: a nossa consciência de grande Nação está intimamente ligada à Fé Católica.

Foi ela que nos livrou de sermos presas fáceis de vizinhos gananciosos e, se um dia essa Fé se extinguir, poderemos ser novamente apetite de um qualquer reino taifa.

O ódio à religião Católica é, ao mesmo tempo, o desprezo por tudo o que é intrinsecamente português, não passa de uma tentativa de viciar, confundir e perverter o nosso carácter e desmembrar a maneira de ser nacional. Todas as tentativas de abafar a presença da Fé Católica na vida social portuguesa são expressões que visam unicamente a autodestruição, fazem-nos lembrar os escorpiões que cravam em si mesmos o seu ferrão e agonizam vítimas do seu próprio veneno.

O esforço da República maçónica para aniquilar tudo o que faz parte da "alma" da Nação Portuguesa é um facto visível, mas dos republicanos não podíamos esperar muito mais, no entanto, em boa verdade, é de todo inacreditável a colaboração da CAUSA REAL que, esquecendo 800 anos de gloriosa História de Portugal, transformou o "DEUS – PÁTRIA – REI" num Anti-Nacional "UM POVO, UMA PÁTRIA, UM REI", negando à Monarquia a sua vinculação secular à transcendência.