Se o POVO PORTUGUÊS soubesse um pouco da história do mundo e sobretudo, do seu próprio país, só dos últimos 200 anos, talvez percebesse que, sem o Estado Novo, Corporativista (e não fascista), talvez já não existisse Portugal!?
Pois, antes do Estado Novo (1933-1974) e da Ditadura Militar e Nacional (1926-1933), Portugal VIVEU 92 anos em DEMOCRACIA (1834-1926)!!!
A democracia foi implementada pela primeira vez em 1820 através dum Golpe de Estado levado a cabo pela Maçonaria, a chamada Revolução Liberal do Porto de 1820. E da segunda vez, pela FORÇA das ARMAS ESTRANGEIRAS da Quadrupla-Aliança, CONTRA a VONTADE do POVO português em 1834!!!
A partir dessa triste data, foi SEMPRE A ROUBAR E DESTRUIR O PAÍS. Retiraram ao POVO o poder que este sempre tivera de se governar a si mesmo nos Municípios. Acabaram com os últimos vestígios da Monarquia em 1910 e uma sucessão de roubos, assassinatos e destruição (pois todos queriam o PODER ABSOLUTO para roubar mais e melhor), levou a que o Presidente da República José Mendes Cabeçadas implementasse a DITADURA MILITAR (1926-1928) para por cobro ao ROUBO e à DESTRUIÇÃO que assolavam Portugal desde 1834!!!
Seguiu-se-lhe Óscar Carmona com a Ditadura Nacional (1928-1933) que, nesse ano de 1933 dá início ao ESTADO NOVO Corporativista (1933-1974) e entrega o poder ao Professor Doutor António de Oliveira Salazar para que este TENTASSE SALVAR O QUE RESTAVA DE PORTUGAL.
E assim foi feito, Salazar recupera a economia nacional, paga as dívidas e começa a amealhar aquela que viria a ser a sexta maior reserva de ouro mundial e quarta europeia. Em Abril de 1974, o Estado Português detinha no Banco de Portugal, entre 50 e 100 MILHÕES de CONTOS em dinheiro. 866,9 Toneladas de Ouro.
Possuía ainda, à parte de Portugal Continental os Territórios Ultramarinos de Angola, Moçambique, Guiné Portuguesa, Cabinda, Cabo Verde, São Tomé, Príncipe, Timor-Leste, Macau, Madeira e Açores. A economia CRESCIA 6,8% ao ANO, não devia NADA a ninguém e o desemprego era quase virtual.
E tudo isto, enquanto sustentávamos uma guerra contra o terrorismo, em 3 teatros de operações distintos, haviam já 13 anos, sem qualquer ajuda externa. Deste facto saiu a célebre frase: "Orgulhosamente sós".
Em Abril desse ano de 1974 um grupo de traidores, aproveitam o descontentamento de alguns militares, fazem um Golpe de Estado e implementam NOVAMENTE a democracia SEM CONSULTAR A MAIORIA DO POVO PORTUGUÊS.
- Fomos espoliados das maiores parcelas de terreno que possuíamos, DESAPARECERAM quase 500 toneladas de Ouro, o dinheiro desapareceu TODO. Incluindo os milhões que vieram da C.E.E. durante anos a fio. E temos miséria e dívidas "para dar e vender", tanto assim que até os recém-nascidos já vêem a dever cerca de € 24.600,00 ao Estado Português Maçónico-Absolutista-Democrático.
- Dirão os bebés: «Então mas eu só abri os olhos e inspirei uma só vez, como posso já dever € 24.600,00!?? Responderá o Ministro das Finanças: Shiuu, CALA-TE JÁ e PAGA!!!».
EM SUMA, se a democracia fosse algo de bom, NUNCA TERIA SIDO NECESSÁRIO o Estado Novo Corporativista para salvar o país dos 92 anos de democracia em que Portugal viveu desde 1834 até 1926!!!
Mas, como o POVO NÃO ESTAVA SATISFEITO, concordou em dar, pelo menos mais 92 anos à Maçonaria, para ROUBAR e ESCRAVIZAR todo um país e um povo!!!
Não desesperem, JÁ SÓ faltam mais 49 ANOS...


-LOUCURA, É REPETIR OS MESMOS ERROS VEZES SEM CONTA E ESPERAR RESULTADOS DIFERENTES DE CADA UMA DESSAS VEZES.
Portanto, somos certamente todos loucos, pois aceitamos uma e outra vez que nos obriguem a viver em democracia, sabendo de antemão que esta apenas serve para nos escravizar e enriquecer os membros da Maçonaria Portuguesa e dos Partidos Políticos.
«Se o POVO PORTUGUÊS soubesse um pouco da história do mundo e sobretudo, do seu próprio país (...)» assim principia, com bastante verdade, este texto.
ResponderEliminarMas isto não é apenas uma questão de ignorância.
Será nalguns que a isso foram levados pela escassa e viciada cultura que receberam e continua a ser-lhes ministrada. Há jovens e outros já com mais aninhos, que têm uma 'vaga ideia' de que ocorreu um pronunciamento militar num tempo que, muitos deles, são incapazes de fixar. Se forem perguntados sobre a identidade dos insurrectos, ainda menos sabem. A única coisa que conseguimos arrancar-lhes é a de que havia uma ditadura de maus e que os bonzinhos vieram salvar o povo. Para eles, atrás dessa 'façanha épica', entendida por esta forma tão 'diáfana', era a pré-história que não interessa conhecer.
Pior, no entanto, é a posição daqueles que, consciente e acintosamente, deturpam os factos. E esse perigo será o primeiro que um legitimista há-de combater.
E é isso mesmo que tento fazer amigo Joaquim Maria Cymbron. Lutar pela reposição da verdade histórica.
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